Situs Game Online Sbobet Hadirkan Perkembangan Baru di Tengah Tren

Memulai dengan situs game online menyediakan banyak jenis permainan ada slot online, sbobet, casino hingga colok bebas yang bikin siapa saja bisa ikutan dengan macam alternatif hadiah sekaligus. Nilai menang selalu bertambah dan semakin relevan membuat member bisa dapatkan keuntungan double.

Aprovado direito a troca do implante mamário para pacientes de câncer

0 132

O Plenário do Senado aprovou nesta terça-feira (16) substitutivo a projeto que regula a cirurgia plástica para reconstrução de mama em pacientes com câncer. O PL 2.113/2019, da Câmara dos Deputados, teve substitutivo apresentado pelo relator, o senador Flávio Arns (Podemos-PR), e volta à Câmara para análise das mudanças. “Estamos votando neste mês [de março] projetos direcionados à defesa e à saúde da mulher brasileira, e esse projeto se encaixa nesse caminho”, afirmou Flávio Arns.

A proposta original, aprovada pelos deputados em 2018, determinava que a cirurgia plástica reconstrutiva da mama, realizada pelo Sistema Único de Saúde (SUS), fosse feita no mesmo tempo cirúrgico e incluía a reconstrução da aréola e do mamilo.

No entanto, antes de o projeto ser definitivamente aprovado pelo Congresso Nacional, foi promulgada a Lei 13.770, também de 2018, que introduziu na legislação as mesmas medidas previstas no texto da Câmara.

O relator decidiu, então, aproveitar a oportunidade e, via substitutivo, inserir em lei a previsão de troca de implante mamário “seja prótese de silicone, seja expansor”, sempre que ocorrerem complicações ou efeitos adversos a ele relacionados. Isso passaria a ser um direito da paciente que teve a mama reconstruída por conta de um câncer.

A proposta de Arns modifica a Lei 9.797, de 1999, que dispõe sobre a obrigatoriedade da cirurgia plástica reparadora da mama pelo SUS nos casos de mutilação decorrente de tratamento de câncer. Por sugestão da senadora Rose de Freitas (MDB-ES), as mesmas modificações foram feitas na Lei 9.656, de 1998, que trata de planos e seguros privados de assistência à saúde.

O substitutivo prevê que o Sistema Único de Saúde e os planos de saúde, além de prestarem atendimento para a retirada do seio, devem também se responsabilizar pela retirada do implante mamário, sempre que ocorrerem complicações a ele relacionadas.

Outra sugestão de Rose de Freitas, acatada por Arns, garante que, quando a reconstrução mamária ou a simetrização da mama for realizada com a utilização de implante mamário, a paciente poderá, no prazo máximo de 30 dias após a indicação do médico, fazer a substituição do dispositivo sempre que ocorrerem complicações.

As pacientes terão ainda direito a acompanhamento psicológico e multidisciplinar especializado após sofrerem mutilação total ou parcial de mama por causa de câncer. Essa medida foi sugerida por emendas dos senadores Mecias de Jesus (Republicanos-RR) e Fabiano Contarato (Rede-ES).

Flávio Arns acolheu ainda emenda da senadora Kátia Abreu (PP-TO), a qual prevê a cobertura, pelos planos de saúde, do serviço de explante mamário em casos de riscos à saúde da mulher.

Durante a discussão do projeto, Rose de Freitas retirou destaque que vinculava a retirada à reconstrução imediata da mama, para evitar que muitas mulheres fiquem até dez anos à espera de uma prótese mamária.

Flávio Arns avaliou que as preocupações de Rose de Freitas são legítimas, mas lembrou que a legislação em vigor já prevê 30 dias para realização de exames de casos relacionados ao câncer. Quando há condições técnicas, a reconstrução será feita no mesmo tempo cirúrgico. Caso contrário, a paciente é encaminhada a tratamento, após o qual terá direito à cirurgia.

(Reportagem: Agência Senado/com revisão)

Deixe uma resposta