Política

Número de candidatos ao governo do Paraná sobe para 10

São eles: Ratinho Jr. (PSD), Cida Borghetti (PP), Dr. Rosinha (PT), João Arruda (MDB), Geonísio Marinho (PRTB), Ivan Bernardo (PSTU), Jorge Bernardi (Rede), Ogier Buchi (PRP), Professor Piva (PSol) e Priscila Ebara (PCO)
Palácio Iguaçu é a sede do governo estadual (Foto: Ilustrativa)

Ao invés de nove, serão dez concorrentes ao governo do Paraná nas eleições de 2018. Após o prazo das convenções partidárias, apareceu mais um nome no limite do registro junto ao Tribunal Regional Eleitoral (TRE). O PCO anunciou o lançamento da candidatura de Priscila Ebara, com Hallyson Hilário Coutinho na vice e Gilson Mezaroba ao Senado.

Desse modo, somam-se dez nomes à principal cadeira do Palácio Iguaçu: Ratinho Jr. (PSD), Cida Borghetti (PP), Dr. Rosinha (PT), João Arruda (MDB), Geonísio Marinho (PRTB), Ivan Bernardo (PSTU), Jorge Bernardi (Rede), Ogier Buchi (PRP), Professor Piva (PSol) e Priscila Ebara (PCO).

Com a desistência de Osmar Dias (PDT) na semana passada, a eleição deve ser polarizada: de um lado, a governadora Cida Borghetti; e, do outro, o deputado Ratinho Jr. Ambos são ligados de alguma maneira ao ex-governador Beto Richa (PSDB), que deixou o cargo em abril deste ano para concorrer ao Senado. Enquanto Cida era sua vice, Ratinho ocupou uma das principais pastas estaduais.

Tanto a atual governadora quanto o deputado detêm as maiores coligações das eleições a governador no Paraná. Mas, por enquanto, Ratinho Jr. aparece em primeiro lugar nas pesquisas de preferência do eleitorado.

No campo oposto, Dr. Rosinha e João Arruda figuram como os nomes mais fortes no enfrentamento aos governistas.

As chapas com as alianças já estão definidas, mas o registro das candidaturas pode ser feito até o dia 15 de agosto no Tribunal Regional Eleitoral.

O deputado federal Fernando Francischini (PSL) desistiu de concorrer ao Senado e será candidato a deputado estadual. Com os votos que pretende fazer, pode eleger uma bancada grande de apoiadores de Jair Bolsonaro, presidenciável da legenda, para a Assembleia Legislativa na votação proporcional.

CAMPANHA

Somente após o prazo final para registro das candidaturas, os partidos poderão colocar a campanha oficialmente na rua. Segundo a Lei Eleitoral, a partir do dia 16 de agosto, os candidatos, os partidos políticos e as coligações poderão fazer comícios e usar equipamento de som fixo. Também podem fazer campanha em carros de som e usar alto-falantes ou amplificadores de som em suas sedes e comitês.

Estão autorizadas, até o dia 6 de outubro, véspera do primeiro turno, a distribuição de material gráfico, a realização de caminhadas, carreatas ou passeatas e o uso de carro de som pelas ruas, divulgando jingles ou mensagens dos candidatos. Até 5 de outubro, são permitidos anúncios pagos, na imprensa escrita, e a reprodução, na internet, limitados a dez por veículo, em datas diversas, para cada candidato, com tamanho máximo de um oitavo de página de jornal padrão e um quarto de página de revista ou tabloide.

HORÁRIO GRATUITO

Na segunda quinzena deste mês, o TSE se reunirá com os partidos políticos para aprovar o plano de mídia do horário eleitoral gratuito, que entrará no ar nas emissoras de rádio e televisão a partir do dia 31 de agosto. No total, serão 35 dias de propaganda eleitoral no rádio e na televisão, em dois blocos diários, além das inserções ao longo da programação.

Na mesma reunião, que acontece até o dia 24 de agosto, será sorteada a ordem de apresentação de cada candidato no horário eleitoral gratuito. A campanha presidencial vai ao ar às terças, quintas e aos sábados, em dois blocos de 12 minutos e 30 segundos, às 7h e às 12h, em cadeia nacional de rádio, e às 13h e às 20h30, nas emissoras de TV.

O tempo de cada partido varia de acordo com o tamanho da bancada de deputados federais e com as legendas que integram a coligação do presidenciável. Pelo tamanho dos partidos individualmente, os candidatos Geraldo Alckmin (PSDB), Henrique Meirelles (MDB) e Luiz Inácio Lula da Silva (PT) têm mais tempo no horário gratuito que os demais.

Também às terças e quintas e aos sábados será veiculada a propaganda eleitoral dos candidatos a deputado federal. A campanha para governador, senador e deputado estadual/distrital vai ao ar às segundas, quartas e sextas-feiras. No domingo não há horário eleitoral gratuito.