Guarapuava, 20 de setembro de 2019
Esporte

Em Guarapuava, o Rubro-Negro jogou na Baixada e superou o Rolândia Esporte Clube (REC) em partida válida pela 1ª rodada do returno da 2ª fase do campeonato estadual. O compromisso seguinte será no próximo fim de semana, contra o Apucarana Sports

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Mais do que nunca, o experiente lateral Lúcio foi fundamental para o Batel na tarde deste domingo (9 junho), pela Divisão de Acesso 2019.

Além do apoio ao ataque e a liderança em campo, o atleta marcou os gols que deram a primeira vitória ao Rubro-Negro na 2ª fase do certame, em partida disputada na Baixada de Guarapuava.

Em cobranças de falta, Lúcio marcou no primeiro tempo (aos 33 minutos) e na etapa final (17 minutos), vencendo o experiente goleiro Ednaldo do Rolândia Esporte Clube (REC), no Estádio Waldomiro Gelinski (WG). Pouco mais de 400 pessoas (entre pagantes e não-pagantes) testemunharam a reação batelina no Grupo C.

“As duas cobranças foram ‘a la futvôlei’”, classificou Lúcio, explicando que se inspirou nesse esporte para as duas batidas. “Botei ali mesmo no montinho, e fiz que nem um saque”. Segundo ele, a falta de grama em várias partes do campo do WG obrigou a adaptar sua cobrança de falta.

Aliás, no primeiro gol a bola entrou no canto baixo à direita do goleiro Ednaldo. Em entrevista a este CORREIO, o arqueiro do REC creditou os gols batelinos a falhas individuais. “Na primeira falta, a barreira não pulou. E o segundo gol foi falha minha, que eu tomei o gol no meu canto”.

O tento de honra do REC ocorreu quando o relógio passava de 43 minutos do segundo tempo, com o jogador Igor. Apesar dos acréscimos até pouco mais de 49 minutos, o REC não conseguiu o empate.

Desse modo, a partida terminou em 2 a 1 para o Rubro-Negro da Baixada. Agora, o time guarapuavano soma 4 pontos (um empate, uma vitória e duas derrotas) e tem somente mais duas partidas (contra Apucarana e CE União) para tentar duas vitórias.

PERSISTÊNCIA

Na avaliação de Lúcio, nunca faltou persistência e entrega do Batel. Segundo ele, o time sempre chegava ao gol, mas a bola teimava em não entrar nos jogos anteriores.

“O time trabalhou bem. Durante a semana, a gente colocou na cabeça dos jogadores que é capaz”, conta o lateral, elogiando o trabalho desenvolvido pelo técnico Maycon Alex.

O jogador também reconheceu o apoio dado pelo torcedor guarapuavano, que compareceu ao Waldomiro Gelinski. Inclusive, os torcedores gritaram o nome de Lúcio durante a partida, principalmente quando ele se aproximava da bola para cobrar as faltas e escanteios.

O zagueiro Dipão se destacou na defesa rubro-negra (Foto: Cristiano Martinez/Correio)

BRONCA

Já para o atacante Davidson, o péssimo gramado do WG (buracos, areia e terra) prejudicou o toque de bola com técnica do Batel. Por isso, a vitória teve de vir de duas cobranças de falta. “A gente treinou bastante bola parada com o Lúcio, jogando na área, fazendo direto pro gol pra gente aproveitar. A gente foi feliz e saiu com o resultado positivo”.

A única bronca do atleta se refere ao comportamento de parte da torcida do Batel que, segundo ele, foi ao estádio somente para atrapalhar o time. “Eu fico até chateado em falar nisso, mas a torcida tinha de vir pra apoiar. Se não, ficava em casa, almoçando com a família”.

PRÓXIMO

O compromisso seguinte do Batel será no próximo fim de semana, contra o Apucarana Sports, fora de casa.

Só a vitória interessa aos guarapuavanos no Grupo C da Divisão de Acesso.

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