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Jogador marialvense tenta a sorte no Batel

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Rápido, driblador e caindo pela ponta direita. Com essas características, o jovem marialvense João Vitor Picinatto (21 anos) chegou a Guarapuava para tentar uma vaga de atacante na Associação Atlética Batel, clube com 71 anos de história no futebol do interior.

Filho de ex-jogador de futebol, João Vitor foi selecionado em uma “peneira” realizada em Marialva (cidade vizinha a Maringá, a 276 km de Guarapuava), ao final de julho. Durante a seletiva, ele acabou sendo escolhido para um período de avaliação no Rubro-Negro da Baixada.

O atacante está em Guarapuava, na região Centro-Sul do Paraná, desde o dia 7 de agosto. Ele conta que foi bem recebido pelo elenco batelino. “Molecada gente boa, me recepcionou muito bem”. A partir de 21 de agosto, o Batel inicia sua caminhada no Campeonato Paranaense da 3ª Divisão, no Grupo A, sob o comando do técnico Dudu Sales.

É a primeira vez que João Vitor tenta a sorte num clube profissional. Antes, jogou no futebol amador de Marialva, com destaque para o trabalho sob o comando do professor Xuxa no Estádio Braz Clementino de Mendonça. Sem contar a experiência no salonismo, tendo frequentado a quadra do famoso Clube dos Trinta desde os 7 anos de idade.

Agora, João Vitor resolveu correr atrás de seu sonho, largando um emprego de quatro anos numa empresa de Marialva. “Quero seguir o passo de outros marialvenses que foram revelados na cidade, como é o caso do Rômulo”, referindo-se ao atacante oriundo da Capital da Uva Fina que brilha hoje no time do Athletico Paranaense. O filho da família Picinatto também cita os gêmeos Zanetti como expoentes do futebol da terra natal; e Luciano Grudi.

E, como referências ofensivas, o menino do bairro Interclube gosta do futebol dos brasileiros Neymar e Ronaldinho Gaúcho e do argentino Messi.

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