Guarapuava gera 103 novas vagas com carteira assinada no acumulado de 2026
Apesar das perdas em julho, o mercado de trabalho formal em Guarapuava se mantém positivo no acumulado do ano, gerando 103 novas vagas com carteira assinada. O número é resultado de 17.018 contratações e 16.915 desligamentos, conforme dados do Novo Caged divulgados pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) nesta sexta-feira, 28 agosto. Com estoque mensal de 45.695 e variação de 0,23% na maior cidade do terceiro planalto paranaense.
De janeiro a julho deste ano, o principal motor da Capital da Cevada e do Malte foi o setor de serviços, com a criação de 730 novos postos de trabalho. Em seguida, vem a construção, que gerou 138 vagas.
Do outro lado, agropecuária, comércio e indústria ficaram no vermelho nesse período, amargando o saldo de -433, -320 e -12, respectivamente.
JULHO
Em julho de 2026, Guarapuava ficou com resultado negativo, perdendo 114 postos de trabalho, conforme o Novo Caged. O número de demissões (2.356) ficou acima das admissões (2.242).
Nesse universo, todos os setores terminaram o sétimo mês do ano no vermelho, com maior prejuízo para a indústria (-63). Demais: comércio (-17), agropecuária (-13), construção (-12) e serviços (-9).
BRASIL
O mercado formal de trabalho brasileiro registrou saldo positivo de 58.568 vagas em julho de 2026, resultado de 2.262.888 admissões e 2.204.320 desligamentos. Os dados do Novo Caged foram apresentados nesta sexta-feira, 28 de agosto, pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). Com o resultado do mês, o estoque de vínculos de trabalho formal chegou a 48.082.866 empregos no país.
No acumulado do ano, de janeiro a julho de 2026, o saldo registrado é de 972.203 vagas formais, um crescimento de 2,06%. Nos últimos 12 meses, entre agosto de 2025 e julho de 2026, o saldo foi de 880.717 empregos com carteira assinada, alta de 1,87%.
Quatro dos cinco grandes grupamentos de atividades econômicas tiveram saldos positivos em julho. O setor de Serviços registrou 24.098 novos postos de trabalho. O resultado decorreu, principalmente, das atividades de Transporte, Armazenagem e Correio (15.222).
Em seguida aparecem os setores de Construção (12.691), Agropecuária (12.523) e Indústria (11.315). Apenas o Comércio teve saldo negativo (-2.056) no mês.
UNIDADES DA FEDERAÇÃO
Em junho deste ano, 22 das 27 unidades da Federação registraram saldo positivo. Os maiores foram em São Paulo, com 17.814 novos empregos formais, Mato Grosso (5.766) e Minas Gerais (5.199). Em valores relativos, os percentuais foram maiores no Amazonas (0,63%), em Mato Grosso (0,59%) e no Piauí (0,52%).
Dos postos de trabalho gerados, 95,1% podem ser considerados típicos e 4,9% não típicos, majoritariamente trabalhadores intermitentes (+4.344) e pessoas físicas do Cadastro de Atividades Econômicas – os CAEPF (+1.911).
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