Edição 126 do ‘Cândido’ discute o centenário da Semana de Arte Moderna de 1922

Reportagem resgata o contexto que envolveu a realização do evento e discute seu legado na história cultural do Brasil. O conteúdo ainda traz um guia com os principais lançamentos editorais e outros projetos relacionados à Semana, além de uma matéria sobre como a década de 1920 foi marcante para a literatura mundial

As comemorações e reflexões sobre os 100 anos da Semana de Arte Moderna são o tema do especial de capa da primeira edição de 2022 (número 126) do jornal literário Cândido, editado pela Biblioteca Pública do Paraná.

Produzida pela jornalista Gisele Eberspächer, a reportagem resgata o contexto que envolveu a realização do evento e discute seu legado na história cultural do Brasil. O conteúdo ainda traz um guia com os principais lançamentos editorais e outros projetos relacionados à Semana, além de uma matéria sobre como a década de 1920 foi marcante para a literatura mundial.

“É preciso rever o modernismo revolucionário, do qual a Semana foi apenas um momento simbólico, e levantá-lo novamente — criticando, sem anacronismos, seu erros e limites — para repetir o melhor dele: o desejo de ter um país justo, aberto ao mundo e a si mesmo”, afirma o historiador e professor da USP, Francisco Alambert, um dos entrevistados.

DESTAQUES
Outros destaques do Cândido 126: entrevista (concedida a Luiz Felipe Cunha) com Jeferson Tenório — vencedor do Prêmio Jabuti 2021 pelo romance “O Avesso da Pele” —, reportagem de Luiz Rebinski sobre os principais lançamentos literários deste começo de ano, artigo de Henrique Komatsu na coluna Pensata, conto de Eduardo Silveira, poemas de Clarissa Macedo, narrativa de Agnado de Assis Nascimento e ensaio fotográfico de Murilo Ribas. A ilustração de capa é de Giovanna Cianelli.

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