Guarapuava, 22 de setembro de 2019
Esporte

Neste domingo (18), às 11h, o Rubro-Negro da Baixada joga no Estádio Waldomiro Gelinski, em Guarapuava, contra o Nacional, pela 4ª rodada do 1º turno. Quase todos os atletas batelinos estão regularizados e à disposição de Piá

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A equipe da Associação Atlética Batel entra em campo neste domingo (18), às 11h, para a sua terceira partida na edição 2019 da Taça FPF Sub-23.

Daquela derrota na estreia contra o São Joseense para cá, o técnico Reginaldo Jandoso, o Piá, avalia que o seu time evoluiu bastante. “A equipe a cada jogo vem melhorando. A cada dia, vem melhorando, vem mostrando sempre uma equipe que busca o jogo, sempre propõe jogar”, diz, em entrevista exclusiva para o CORREIO.

Em seu balanço, o treinador analisa que, no jogo de estreia, o Rubro-Negro da Baixada teve diversas dificuldades, principalmente em relação à falta de peças de reposição para o time titular. Até aquele momento, parte dos atletas do clube guarapuavano ainda não havia entrado no Boletim Informativo Diário (BID) da CBF.

Já no compromisso seguinte, diante do Apucarana Sports, Piá afirma que o Batel saiu na frente, teve várias chances de matar o jogo; mas o adversário conseguiu o empate e impediu a primeira vitória guarapuavana na Taça FPF.

Para o confronto diante do Nacional (de Rolândia), neste domingo (18), o professor batelino espera contar com o maior número possível de atletas regularizados. Segundo ele, apenas o meia Wesley ainda não caiu no BID.

“Já temos bastante opções, variações de jogador. Mas o que eu te falei: a gente ganha por um lado, entram os jogadores no BID; mas aí você tem o problema das lesões”, acrescentando que o gramado duro do Estádio Waldomiro Gelinski contribui para as contusões.

No entanto, ele destaca que a escolha do elenco rubro-negro levou em conta nomes do mesmo nível dos titulares. “Tem jogadores de reposição que vêm entrando muito bem. A gente vai poder fazer a montagem de uma equipe que a gente possa chegar dentro de campo e fazer o mais importante: buscar a nossa primeira vitória”.

O técnico Piá comandou o treinamento do Batel na manhã desta sexta-feira (16), no Estádio Waldomiro Gelinski. A equipe joga nesse gramado no domingo (18), contra o Nacional (Foto: Douglas Kuspiosz/Correio)

ADVERSÁRIO

Pela frente, o Batel enfrentará neste domingo o lanterninha da competição, que tem duas derrotas em dois jogos.

Engana-se o torcedor guarapuavano que acha mais facilidade em enfrentar um adversário nessa condição. “Vai ser um jogo difícil, onde nós vamos ter bastante dificuldade pra buscar a nossa vitória”, diz Piá, acrescentando que é preciso ter atenção e sem o clima de “já ganhou”. “Os jogadores têm de ter o psicológico de entrar respeitando a equipe adversária”.

Inclusive, a atenção precisa ser redobrada em função das péssimas condições do gramado do Waldomiro Gelinski. “Você quer impor uma condição de jogo onde o campo não nos dá condições pra isso”, lembrando que, fora de casa, o Batel domina a partida e fica com a bola o tempo todo.

Para o goleiro Marcão, que foi titular na meta rubro-negra nas duas primeiras partidas, o Batel está focado para domingo. “Vai ser um jogo bem difícil. Eles [do Nacional] perderam os dois jogos. Com certeza, vão vir aqui para buscar pontos também”.

SERVIÇO

Os ingressos para Batel x Nacional custam R$ 20 (cadeira coberta) e R$ 10 (arquibancada).

No mesmo dia e horário, Foz do Iguaçu e Apucarana Sports jogam no Estádio ABC; o São Joseense folga na rodada.

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