Guarapuava, 15 de December de 2018
Agricultura

As verminoses gastrintestinais subclínicas podem prejudicar os índices produtivos dos bovinos, causando até 20% de redução no tempo de pastoreio, 17% de ingestão de forragem e 19% de ganho de peso vivo

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(Foto: Ilustrativa/EBC)

A produtividade tem sido o grande desafio da pecuária de corte e de leite, atividades que movimentam, juntas, mais de US$ 25 bilhões por ano, somente dentro das fazendas. Estes valores mais que triplicam se considerarmos os segmentos ligados à indústria e à comercialização de carnes e lácteos. “Apesar de números expressivos, que refletem a importância econômica das atividades no agronegócio e, por consequência, para a economia do país como um todo, a pecuária ainda enfrenta desafios que prejudicam a produtividade, impedindo que ela cresça ainda mais. Um dos casos mais relevantes é a incidência de parasitas nos bovinos”, destaca Antonio Coutinho, gerente de produtos de ruminantes da Boehringer Saúde Animal.

Estudo publicado em 2014 pelo Professor Laerte Grisi e colaboradores a Revista Brasileira de Parasitologia Veterinária, cujos dados são estimados com base no número total de animais em situação de risco parasitário no país, somente os nematódeos gastrintestinais (verminoses) podem ser responsáveis por perdas econômicas potenciais de até US$ 7 bilhões anuais. “O estudo elencou ainda os principais parasitas externos que acometem os ruminantes e suas respectivas perdas econômicas: Carrapato Bovino – US$ 3,2 bilhões, Mosca-dos-chifres – US$ 2,6 bilhões, Berne – US$ 383,5 milhões, Bicheira (miíases) – US$ 336,2 milhões e Mosca-dos-estábulos – US$ 335,5 milhões. Os potenciais prejuízos de parasitas internos e externos superam US$ 13 bilhões por ano”, explica Coutinho.

DIFICULDADE

Ao contrário dos parasitas externos, mais facilmente detectáveis visualmente, as verminoses propagam-se de maneira mais silenciosa, dificultando o controle sanitário. “Os vermes podem se manifestar nas formas clínica e subclínica. Até 98% dos casos de parasitas são decorrentes de verminoses subclínicas, que podem impactar o ganho de peso dos animais em 30 a 60 kg/ano, além de retardamento da puberdade de novilhas, menor número de crias, redução da produção de leite e aumento da idade de abate, prejudicando a qualidade das carcaças”, informa o gerente de produtos de ruminantes da Boehringer Saúde Animal.

Além disso, as verminoses gastrintestinais subclínicas podem prejudicar os índices produtivos dos bovinos, causando até 20% de redução no tempo de pastoreio, 17% de ingestão de forragem e 19% de ganho de peso vivo, afetando consideravelmente a produtividade do rebanho.

PRODUTO

Diante deste cenário, a Boehringer Ingelheim comemora os 20 anos de Ivomec® Gold, produto que trouxe para o mercado o conceito de endectocida com concentração de 3,15% e período de ação maior do que as formulações 1% (controle de parasitas internos e externos, simultaneamente), contribuindo para o aumento da rentabilidade dos projetos pecuários. “Ivomec® Gold é uma solução à base de Ivermectina 3,15%, indicada para o efetivo tratamento e controle de infecções causadas por vermes redondos e parasitas externos, como carrapatos e bernes, dentre outros. Também é recomendado para o combate de infecções e infestações estabelecidas, garantindo efeito preventivo por até 8 semanas sobre vermes gastrintestinais”, destaca Antonio Coutinho.

“A Ivermectina presente na formulação de Ivomec® Gold causa imobilização dos parasitas, afetando sua musculatura e ocasionando sua eliminação. Além disso, reforçamos o uso do produto para prevenção dos parasitas, o que proporciona ainda mais produtividade ao rebanho. Ótima relação custo-benefício; fácil aplicabilidade; economia de tempo e mão de obra no controle do carrapato, berne e vermes gastrintestinais são as grandes vantagens de Ivomec® Gold para os pecuaristas, contribuindo, com eficiência, para aumentar a produtividade da atividade de corte e de leite no Brasil”, finaliza Coutinho.


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