Guarapuava, 20 de junho de 2019
Cotidiano

Na edição de número mil do CORREIO, que circulou nesta quinta-feira (11 abril), conversamos com assinantes. Para a escritora Áurea Luz, que assina o impresso, o aspecto mais importante do jornal é ser um porta-voz da comunidade local, mostrando o seu dia a dia

-

O jornal Correio do Cidadão começou a circular na “terra do lobo bravo” em 26 de fevereiro de 2015, e ao longo destes mais de quatro anos, mantém muitos leitores em toda a região de Guarapuava. Entre seus assinantes, o impresso permanece como uma das principais fontes de informação.

O professor aposentado José Luiz Silvestri (74 anos), conhecido como Juca, acompanha o jornal desde as primeiras edições, sendo um dos guarapuavanos que há mais tempo assina o impresso. “Assim que eu soube, eu assinei”, conta.

Para ele, o Correio é uma maneira de ficar por dentro das novidades do município. “Eu gosto de acompanhar as coisas da Prefeitura [de Guarapuava], da cidade, o que mais chama atenção”, acrescenta, relatando que tem o costume de guardar os jornais antigos.

Além deste impresso, Juca também é leitor da Folha de Londrina há mais de 30 anos.

“Quero parabenizar o jornal pela milésima edição. É muito bom, traz as notícias todas as manhãs”, disse o assinante.

Assinante José Silvestri, o Juca
O professor aposentado José Luiz Silvestri, conhecido como Juca, acompanha o jornal desde as primeiras edições (Foto: Douglas Kuspiosz/Correio)

MEMÓRIA LOCAL

Para a escritora Áurea Luz (63 anos), que assina o impresso, o aspecto mais importante do jornal é ser um porta-voz da comunidade local, mostrando o seu dia a dia e a “história real”, como ela aponta. “Costumes, culturas, sucessos e insucessos: tudo vem no jornal, que é importante para o passado e para uma visão do futuro”, aponta a leitora.

Ela ressalta que buscou conhecer o CORREIO logo que ele foi inaugurado no município, e que não abre mão de acompanhar as informações no papel.

“Faz parte do meu café da manhã: buscar no jardim, dar uma olhada e ver o que está acontecendo. É uma maneira de ficar atualizado”, conta, acrescentando que “dá uma olhada” no site do jornal (www.correiodocidadao.com.br), mas ainda prefere acompanhar as notícias publicadas no papel.

FORMATO

Inicialmente editado em formato standard (caso da Folha de S. Paulo, por exemplo), o CORREIO mudou para o modelo tabloide em meados de 2016. “Esse é muito melhor, é mais dinâmico. Eu gostei”, disse Luz sobre a mudança.

A escritora acredita que o jornal está evoluindo a cada edição, trazendo além de notícias regionais e estaduais, editais e outras informações. “Tem um pouco de tudo”, diz, pontuando que recentemente vem acompanhando a coluna do jornalista e escritor Klaus Pettinger, que relembra a história dos Suábios em Entre Rios.

Veja Também