Guarapuava, 20 de agosto de 2019
Segurança

A etapa estadual do torneio vai ser realizada neste sábado (17), em Colombo

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“Ter participado da olimpíada já foi uma conquista, mas ir e ganhar na fase regional foi melhor ainda! Eu fiquei muito feliz e emocionado! Foi uma grande honra ter participado dessa competição”, comemorou um dos alunos vencedores da etapa regional, Miguel Debrassi Zavadski, de 11 anos. 

Depois de muito treino e incansáveis quebra-cabeças para programar o robô, oito alunos participantes do curso de robótica, ofertado pela Secretaria de Educação e Cultura, estão classificados para a etapa estadual da Olimpíada Brasileira de Robótica (OBR), que ocorrerá neste sábado (17), em Colombo. 

“Foi sensacional ver os pais torcendo e os alunos se dedicando. Mesmo os que não passaram de fase torceram pelos classificados, porque todos treinam juntos, ajudam uns aos outros nas aulas”, explicou a professora e coordenadora do projeto, Isabelle Cordova.

MODALIDADES

Nesta etapa, os estudantes disputarão a modalidade prática que consiste na representação de um desastre, onde há uma pista com obstáculos que o robô deve superar. Além disso, haverá um desafio surpresa para agitar a competição. 

Os estudantes utilizam de robôs de Lego EV3.
(Foto: Secom)

Para se preparar, os alunos treinam todas as noites na Optimus Escola de Criatividade e Tecnologia, em Guarapuava. “Temos que ter foco para arrumar todos os problemas que tivemos na etapa regional. Sabemos que como o lugar é diferente terão problemas diferentes e temos que estar preparados para tudo isso. Mas a expectativa é muito grande e eu estou confiante”, relatou a aluna do Colégio Estadual Cristo Rei, Nathaly Vitória Pereira (11 anos).

PRÓXIMAS FASES

Se os guarapuavanos avançarem na competição, irão disputar a fase nacional da Olimpíada Brasileira de Robótica em outubro, na cidade de Rio Grande (RS). 

“Estamos bem esperançosos e gratos pois só a experiência de participar de um evento nacional é de grande valia. Se não fosse a oportunidade da Prefeitura, alguns nunca teriam acesso a esse tipo de aula”, finalizou a professora Isabelle.

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