Guarapuava, 23 de fevereiro de 2020
Economia

Dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgados nesta sexta-feira (24), mostram que os setores de Serviços e Comércio são os principais responsáveis pelo resultado favorável ao maior município do terceiro planalto paranaense

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O mercado de emprego com carteira assinada em Guarapuava fechou o ano de 2019 com saldo positivo.

Dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgados nesta sexta-feira (24) pelo Ministério da Economia, revelam que o maior município do terceiro planalto paranaense criou 441 novas vagas de emprego ao longo do ano passado.

Traduzindo em miúdos, o resultado significa que as contratações (17.359 vagas) superaram as demissões (16.918) na economia guarapuavana. Isso representa uma alta de 1,17%, segundo o Caged.

O desempenho positivo se deve a pelo menos dois setores: Serviços, com a geração de 511 novos postos de trabalho; e Comércio, com 307. Bem distante, Serv. Indust. de Util. Pública colaborou com 8 vagas.

Na outra ponta, as áreas com pior desempenho de janeiro a dezembro de 2019 em Guarapuava foram as seguintes: Indústria de Transformação (-245), Construção Civil (-51), Administração Pública (-42), Agropecuária (-35) e Extrativa Mineral (-12).

DEZEMBRO

Particularmente, o mês de dezembro de 2019 fechou com saldo de 195 novos postos de trabalho em Guarapuava. Ou seja, as 1.483 admissões ficaram acima dos 1.288 desligamentos.

Os setores com melhor desempenho são Comércio, com +261; e Agropecuária, +196.

Já na parte negativa, Construção Civil (-98), Serviços (-94), Construção Civil (-98) e Indústria de Transformação (-73) fecharam no vermelho.

PARANÁ

O Paraná encerrou 2019 como um dos quatro Estados que mais geraram emprego no país, com saldo de 51.441 vagas abertas, segundo o Caged.

Esse é o melhor índice dos últimos seis anos e representa crescimento de 24,28% em relação a 2018, que teve 41.391 novos empregos. O Paraná também fechou o ano com o quarto maior estoque de carteiras assinadas do país, com 2.655.253 de pessoas empregadas.

Os segmentos que mais contrataram no Estado foram o setor de serviços (saldo de 32.311 novas vagas), comércio (13.610), construção civil (6.036) e indústria (1.462). Entre os subsetores, os que mais se destacaram foram o comércio e administração de imóveis (19.340), serviços de alojamento, alimentação e manutenção (5.120) e serviços médicos, odontológicos e veterinários (4.074). Na indústria, os destaques foram para a metal-mecânica, metalurgia e alimentícia.

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